Resenha #76 - Um Amor de Detetive, Sarah Mason


Um Amor de Detetive é o primeiro volume da série Os Colshannon, da Sara Mason. É um chick lit pra lá de bom, gente! Eu o li logo depois de terminar Um Amor de Cinema, então estava bem na 'vibe' desse gênero, e não me decepcionei.

Neste divertido romance de estréia de Sarah Mason, Um amor de detetive, os opostos se encontram e - como não poderia deixar de ser -, também se atraem. A bela Holly Colshannon é uma ambiciosa e desastrada jornalista da Bristol Gazette. James Sabine (apenas um pouco mais bonito que ela), é um sargento-detetive durão, grosseiro e ressentido. Levados pelo acaso, eles se encontram diversas vezes por conta de uma série de coincidências bastante oportunas. Rapidamente, a determinada Holly vê em James a grande chance de progredir em sua carreira e decide segui-lo por um período de seis semanas a fim de escrever uma coluna criminal, que poderá vir a ser o seu primeiro sucesso jornalístico. O lado positivo da situação é que ela consegue obter a tão sonhada coluna. O lado negativo é que o bonitão não está nem um pouco feliz com a presença constante de Holly em sua vida.

Essa sinopse não está muito correta, mas achei melhor colocá-la aqui mesmo assim. Holly Colshannon trabalha no jornal local Bristol Gazette escrevendo principalmente sobre falecidos animais de estimação, mas uma mudança surge quando a vaga para repórter policial (com não muito boa fama) é aberta e a moça é designada para ela. Sem muitas esperanças em relação ao novo trabalho, Holly tenta se enturmar com o pessoal da delegacia e acaba conhecendo Robin, a linda chefe de relações públicas. A RP surge com a ideia de Holly trabalhar lado a lado com um detetive, para que assim possa escrever um diário policial no jornal. 

Todos amam a ideia, menos o detetive escolhido para a moça, James Sabine. James não nutre bons sentimentos por repórteres devido a razões particulares, e o único motivo que o fez ser escolhido foi o fato de que iria se casar dentro de um mês e, portanto, não atenderia a casos muito perigosos. A relação entre os dois é bem conturbada no início, e o sargento-detetive James Sabine faz questão de deixar claro que não quer a presença de Holly por ali. Mas ela não vai deixar que um detetive emburrado e mal educado lhe tire a chance de se destacar como jornalista, então ela se esforça e os dois acabam encontrando um rítmo. 

Holly namora Ben, um jogador de rugby muito cobiçado e lindo de morrer, e tem certeza de que foram feitos para ficar juntos - ela só precisa fazer o rapaz enxergar isso. Mas, aos poucos, ela vai notando que sente algo a mais por James e de repente não tem certeza de que Ben é realmente o cara certo para ela. Holly é uma moça bastante desastrada, que parece incapaz de não encontrar algo em que trombar ou tropeçar, e é nesses momentos de preocupação por parte de James, para garantir que ela está bem, que vemos indícios de que talvez ele sinta algo por ela também.

Mas o homem está de casamento marcado com uma mulher maravilhosa que o ajudou em um momento complicado de sua vida, então Holly está praticamente certa de que não tem chance alguma com seu sargento-detetive. Mas quem sabe, não é mesmo?

Eu achei o final do livro meio abrupto e senti falta de um pouco de romance, mas a história é bem bacana, sim, e vale a pena ler. Eu vou tentar encontrar o segundo volume da série, chamado Alta Sociedade, então em algum momento vocês devem ver a resenha dele por aqui também :) Beijos, gente!

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